Tragédia: Morre homem que caiu de telhado após estragos do mau tempo em Pombal


Homem de 72 anos morre no hospital após cair de telhado em Pombal — é a 16.ª vítima mortal das depressões Kristin, Leonardo e Marta

Um homem de 72 anos, residente na localidade de Jagardo, freguesia da Redinha, no concelho de Pombal, morreu esta terça‑feira nos Hospitais da Universidade de Coimbra, depois de ter sofrido uma queda grave no dia 28 de janeiro, quando tentava reparar o telhado da casa de uma familiar.
A informação foi confirmada pela funerária local e por autoridades da freguesia.

🛠️ Acidente ocorreu durante reparações após os estragos das tempestades

Segundo Paulo Lourenço, da Funerária Lourenço, o homem tinha subido uma escada para reparar o telhado danificado pela passagem da depressão Kristin, quando perdeu o equilíbrio e caiu.
O presidente da Junta de Freguesia da Redinha, Eduardo Cacho, confirmou que a vítima caiu da escada logo após iniciar os trabalhos.

O homem sofreu ferimentos graves, foi assistido no local e transportado de urgência para Coimbra, onde permaneceu internado desde então.
Apesar dos cuidados médicos, acabou por não resistir, tendo o óbito sido declarado no final do dia 10 de fevereiro.

⚠️ É já a 16.ª morte associada ao mau tempo em Portugal

Com esta vítima, sobe para 16 o número de mortos registados em Portugal desde 28 de janeiro, na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram:

  • centenas de feridos
  • milhares de ocorrências
  • desalojados em vários distritos
  • danos significativos em habitações e infraestruturas

⚰️ Funeral marcado para sexta‑feira

O funeral do homem está marcado para sexta‑feira, segundo confirmou a funerária responsável.
A comunidade local encontra‑se em choque, já que o residente era conhecido na aldeia e estava a ajudar familiares a recuperar dos estragos provocados pelo mau tempo.

📌 Conclusão

A morte deste homem de 72 anos junta‑se à lista crescente de vítimas das tempestades que têm assolado o país desde o final de janeiro.
O caso volta a chamar a atenção para os riscos associados às reparações improvisadas após fenómenos meteorológicos extremos — especialmente entre pessoas idosas — e para a necessidade de reforçar medidas de segurança e apoio às populações afetadas.

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