Delfina Cruz: Buscas por filha desaparecida entram em fase crítica; tudo o que se sabe

Ex-namorado da filha de Delfina Cruz já a tinha ameaçado de morte: PJ investiga sequestro

O desaparecimento de Maria Custódia Amaral, filha da falecida atriz Delfina Cruz, está a ganhar contornos de crime violento. A Polícia Judiciária (PJ) assumiu o caso perante as fortes suspeitas de rapto.

PJ investiga ameaças de morte e relação tóxica

As autoridades estão a centrar as atenções num ex-namorado de Maria Amaral. Segundo relatos próximos da família, o homem já teria ameaçado a filha da atriz de morte no passado, após o fim de uma relação descrita como "profundamente tóxica". Recentemente, o relacionamento terá sido retomado em segredo, e este homem terá sido uma das últimas pessoas a estar com Maria na passada segunda-feira, na zona da Lourinhã.

Contradições sobre o telemóvel e o desaparecimento do BMW

Existem detalhes contraditórios que estão a dificultar a investigação. O telemóvel de Maria encontra-se desligado desde o dia do desaparecimento, mas a última localização registada aponta para a zona das Caldas da Rainha. Além do telemóvel, o seu automóvel — um BMW de cor escura adquirido recentemente — também permanece desaparecido, sem qualquer rasto.

Cães abandonados reforçam tese de rapto ou sequestro

Um dos pontos que mais intriga os inspetores da Unidade Nacional de Contraterrorismo é o facto de Maria ter deixado os seus cinco cães sozinhos na sua moradia isolada. Conhecida pelo amor extremo aos animais, Maria nunca se ausentaria voluntariamente sem garantir o bem-estar dos cães. Este cenário reforça a suspeita de que a saída da habitação não foi voluntária.

Unidade de Contraterrorismo analisa carta anónima

O caso passou da GNR para a Polícia Judiciária devido à gravidade dos indícios. A PJ está agora a analisar o conteúdo de uma carta anónima enviada às autoridades, que sugere que Maria Custódia poderá estar em cativeiro, mas ainda com vida. As buscas continuam em zonas de floresta cerrada, apesar das condições meteorológicas adversas que se fazem sentir.

Nota: Esta notícia está a ser atualizada à medida que surgem novos dados sobre as operações de busca e salvamento.

Desaparecimento de Maria Custódia Amaral preocupa autoridades e família

Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, está desaparecida há mais de 48 horas. A agente imobiliária, residente nas Caldas da Rainha, foi vista pela última vez na segunda‑feira, 19 de janeiro. O desaparecimento foi comunicado à GNR pelo namorado, depois de várias tentativas de contacto sem resposta e do telemóvel se encontrar desligado.

Segundo informações avançadas pelo Correio da Manhã, Maria tinha uma reunião marcada na Lourinhã no dia seguinte, relacionada com o seu trabalho, mas nunca chegou a comparecer.

Últimos movimentos conhecidos

A família e o namorado estranharam de imediato a ausência de contactos, uma vez que Maria mantinha rotinas estáveis e comunicava sempre os seus horários. A GNR já solicitou à operadora a localização do telemóvel e encontra‑se a recolher informações sobre os últimos passos da agente imobiliária.

A agência imobiliária onde trabalha também divulgou um apelo público, pedindo ajuda para encontrar Maria.

Uma ligação familiar marcada pela proximidade

O desaparecimento surge dez anos após a morte da mãe, a atriz Delfina Cruz, figura marcante do teatro, revista e televisão portuguesas. Mãe e filha eram muito próximas e chegaram a participar juntas em vários eventos públicos.

A morte de Delfina Cruz, em 2015, foi confirmada pelo amigo Daniel Martins, que revelou que a atriz lutava contra um cancro da mama há cerca de um ano e meio. A doença nunca foi tornada pública por vontade da própria.

Delfina Cruz morreu ao lado da filha, Maria Custódia, que a acompanhou até ao fim — um detalhe que tem sido recordado agora que a filha se encontra desaparecida.

Reações e apelos nas redes sociais

A família tem recorrido às redes sociais para pedir ajuda na localização de Maria. Vários amigos e conhecidos partilharam fotografias e mensagens de apoio, pedindo que qualquer informação seja comunicada às autoridades.

A comunidade artística também tem demonstrado preocupação, recordando a ligação de Maria à mãe e o impacto que a morte de Delfina Cruz teve na sua vida.

Situação continua em investigação

Até ao momento, não há pistas concretas sobre o paradeiro de Maria Custódia Amaral. A GNR mantém o caso em investigação ativa, analisando deslocações, contactos recentes e eventuais testemunhos que possam ajudar a reconstruir as últimas horas antes do desaparecimento.

🕊️ Reflexão final

O desaparecimento de Maria Custódia Amaral é um episódio que toca não só a família, mas também todos os que acompanharam a carreira de Delfina Cruz e conheciam a forte ligação entre mãe e filha. A ausência de respostas aumenta a angústia de quem procura por ela, lembrando como a vida pode mudar de forma inesperada. Em situações como esta, cada partilha e cada informação podem ser decisivas para trazer respostas e, acima de tudo, esperança.


Comentários

  1. Anónimo17:52

    Actualmente os relacionamentos amorosos são muito perigosos.

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