Nuno Homem de Sá despejado mas continua na casa: dívida já ultrapassa os 30 mil euros

Nuno Homem de Sá foi despejado mas continua na casa: dívida de rendas já ultrapassa os 30 mil euros

A situação habitacional de Nuno Homem de Sá arrasta‑se há mais de dois anos e continua sem solução à vista. O ator, que vive desde 2013 numa moradia em Loures, enfrenta uma ação de despejo movida pelos proprietários após alegados incumprimentos no pagamento das rendas. Apesar disso, continua a residir no imóvel.

🏠 Ação de despejo parada há quase dois anos

Segundo Marco António Santos, tio e representante dos proprietários — que vivem e trabalham em França — o processo judicial encontra‑se “para sentença há quase dois anos”.
A dívida acumulada situa‑se entre 20 e 30 mil euros, resultante de rendas mensais que variavam entre 600 e 800 euros.

Os atrasos no sistema judicial têm impedido que os proprietários recuperem o imóvel, prolongando o impasse.

💸 Insolvência pessoal complica recuperação da dívida

A 27 de fevereiro de 2024, Nuno Homem de Sá declarou insolvência pessoal, assumindo não ter meios financeiros para liquidar o montante em atraso — ao qual acrescem juros.

Embora a insolvência torne praticamente impossível recuperar o dinheiro, não impede o despejo, já que ambos os processos são independentes.

📄 Ator confirma dívida e diz estar à procura de casa

Em agosto de 2024, o ator confirmou à revista TV7Dias que a dívida consta na lista de credores do processo de insolvência.

“Quando eu disse que estava com dificuldade em corresponder às minhas responsabilidades financeiras, essa era uma delas.”

Apesar de garantir que está à procura de uma nova casa, continua a viver na moradia enquanto aguarda a decisão do tribunal.

🔍 Um caso que expõe falhas no sistema

A situação evidencia dois problemas recorrentes:

  • A lentidão dos processos de despejo, que podem arrastar‑se durante anos
  • A dificuldade dos proprietários em recuperar imóveis ocupados, mesmo perante dívidas elevadas

Enquanto isso, o ator mantém‑se na casa e os proprietários continuam sem solução.

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