“Não aguento vê-lo sofrer”: Ruth Marlene desesperada com o pai internado e sem data para cirurgia


Ruth Marlene desespera com demora na cirurgia do pai: família tenta transferência para outro hospital

O pai de Ruth Marlene, Júlio Alves, está internado desde quarta‑feira, 7 de janeiro, no Hospital Barreiro/Montijo, depois de sofrer uma queda que lhe provocou múltiplas fraturas numa das pernas. Apesar da gravidade da situação, a cirurgia continua sem data definida, deixando a família em profunda angústia.

A cantora e a irmã, Jéssica Portugal, recorreram às redes sociais para denunciar a demora no tratamento e pedir celeridade no processo. As duas têm partilhado mensagens emotivas, revelando o sofrimento do pai e a frustração perante a falta de respostas.

💔 “Não aguento vê‑lo sofrer”: o desabafo de Ruth Marlene

Ruth Marlene tem publicado vários apelos, pedindo forças e proteção para o pai e questionando a lentidão do processo clínico.
A artista descreve dias de grande ansiedade, acompanhando o pai numa área de vigilância mais restrita, onde permanece internado por poder ser chamado a qualquer momento para o bloco operatório.

Contudo, a incerteza mantém‑se.

🏥 Família tenta transferência para outro hospital

Segundo informações divulgadas pela TV Guia e partilhadas pelo FamaShow, a família está a tentar encontrar alternativas devido à demora.
Ruth Marlene procura a possibilidade de transferir o pai para outra unidade hospitalar, onde a cirurgia possa ser realizada mais rapidamente.

Também Jéssica Portugal tem contactado outros hospitais, mas até agora nenhuma solução foi encontrada.

🙏 Apoio dos fãs tem sido essencial

Perante a situação, Jéssica Portugal agradeceu publicamente as mensagens de solidariedade que têm recebido.
A família reconhece que o apoio dos seguidores tem sido importante num momento marcado por incerteza, dor e desgaste emocional.

⚠️ Um caso que volta a expor falhas no SNS

A demora na cirurgia de Júlio Alves reacende o debate sobre:

  • tempos de espera prolongados
  • falta de recursos nos blocos operatórios
  • dificuldades de transferência entre unidades
  • sobrecarga dos hospitais públicos

Para a família, cada dia de espera representa mais sofrimento e mais risco.

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