Marcelo Rebelo de Sousa deixa Belém e muda-se para os Estados Unidos: Saiba tudo sobre a nova vida na Califórnia


Com a contagem decrescente para abandonar o Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa já tem o futuro traçado. Aos 77 anos, o ainda Presidente da República prepara-se para fechar um capítulo de dez anos de dedicação exclusiva ao País e iniciar um novo projeto de vida longe dos holofotes nacionais: vai ser professor convidado na Califórnia, nos Estados Unidos.

O regresso ao ensino e o sonho olímpico em 2028

O "afastamento" estratégico para terras americanas servirá para Marcelo retomar uma das suas maiores paixões: dar aulas. A mudança definitiva deverá ocorrer dentro de dois anos, coincidindo com um evento que o apaixona.

"Vou ser professor convidado na Califórnia em 2028 (...) será uma condição única e privilegiada para acompanhar mais ainda os triunfos dos nossos atletas nos Jogos Olímpicos", revelou o Chefe de Estado, ansioso por se tornar novamente um "homem livre".

O desgaste pessoal e o corte de relações com o filho

A saída de Belém é vista por muitos amigos próximos, como Pedro Santana Lopes e o Padre Vítor Melícias, como uma urgência humanitária. O segundo mandato de Marcelo ficou marcado pelo polémico "caso das gémeas luso-brasileiras", que o desgastou profundamente.

Mais do que o impacto político, o escândalo provocou uma rutura familiar dolorosa: o corte de relações com o seu filho, Nuno Rebelo de Sousa. Fontes próximas afirmam que a mágoa está estampada no rosto do Presidente, que sempre foi um pai e avô extremoso. Ao desvalorizar publicamente o assunto, Marcelo admitiu apenas que o filho é "maior e vacinado", mas a ferida pessoal permanece aberta.

Saúde e silêncio político

Os sinais de cansaço físico têm sido evidentes, com sucessivos internamentos e cirurgias de urgência, como a recente operação a uma hérnia. Marcelo Rebelo de Sousa já garantiu que, assim que deixar o cargo, não voltará a falar de política. O seu plano é dedicar-se a ações culturais e ao Plano Nacional de Leitura em escolas básicas e secundárias, mantendo-se útil mas longe do "stress" mediático.


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