Beatriz tinha 21 anos quando tudo mudou: a dor de cabeça que quase lhe tirou a vida


Beatriz tinha 21 anos quando a vida mudou num instante: uma dor de cabeça revelou um AVC inesperado

O que começou como uma simples dor de cabeça transformou-se no maior susto da vida de Beatriz. Aos 21 anos, a jovem enfrentou um AVC isquémico que a deixou entre a vida e a morte e colocou toda a família numa corrida contra o tempo.

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🌧️ Um dia normal que terminou em desespero

Beatriz tinha passado a tarde na manicure e regressado a casa sem imaginar o que estava prestes a acontecer. Pouco depois, começou a sentir uma dor de cabeça intensa que não cedia à medicação habitual. O desconforto agravou-se rapidamente.

Foi a mãe quem percebeu que algo estava errado ao notar que o lado esquerdo do corpo da filha estava “descaído”. Sem saber o que se passava, mas consciente da urgência, chamou de imediato o INEM.

Após vários exames no hospital, chegou a confirmação que ninguém esperava: Beatriz tinha sofrido um AVC isquémico.  

A mãe recorda o momento como um choque absoluto: “Ficámos sem chão. Só chorava.”

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🏥 Cirurgia, coma induzido e uma semana de incerteza

Beatriz não tinha plena noção da gravidade da situação. Antes da cirurgia, a mãe chegou mesmo a despedir-se, temendo o pior.  

A operação decorreu com sucesso, mas a jovem permaneceu em coma induzido durante uma semana.

Quando acordou, enfrentou uma realidade difícil de aceitar. Não sabia o que tinha acontecido e sentiu-se revoltada: “Porquê a mim?”

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💔 O impacto emocional: a imagem ao espelho e a perda de autonomia

Um dos momentos mais duros foi ver-se ao espelho.  

Beatriz perdeu o cabelo devido à intervenção e ficou dependente de terceiros para as tarefas mais simples.

> “O peso maior era a imagem. Eu não gostava do que via.”

Apesar disso, nunca lhe retiraram a esperança de recuperar.

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🌱 Uma recuperação que inspira

Hoje, Beatriz está muito melhor. Recuperou grande parte das capacidades e apenas enfrenta algumas dificuldades ao nível da motricidade fina, resultado das lesões provocadas pelo episódio.

Mesmo assim, admite que vive com uma preocupação constante:

> “Não sabendo a causa, ainda me preocupa mais.”

A jovem segue em frente com determinação, orgulhosa do caminho percorrido e da força que descobriu em si própria.


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