Susana Gravato: novos detalhes sobre o filho que matou a vereadora



O crime que chocou o país

A morte de Susana Gravato, vereadora da Câmara Municipal de Vagos, em outubro de 2025, continua a marcar a atualidade. O caso ganhou especial destaque pelo facto de o principal suspeito ser o próprio filho mais novo da autarca, com apenas 14 anos.

O adolescente acabou por assumir a autoria do crime e revelou que tinha até preparado um plano de fuga, confirmando as suspeitas iniciais de homicídio qualificado.

Institucionalização e acompanhamento

Atualmente, o jovem encontra-se institucionalizado em regime fechado num centro educativo no Porto, onde está há cerca de um mês, após uma medida cautelar de três meses.

Apesar de ser descrito por quem o conhecia como um rapaz “calmo” e “educado”, o adolescente será alvo de uma nova avaliação psicológica já em janeiro de 2026. O objetivo é perceber se poderá ou não começar a receber visitas.

Inimputabilidade pela idade

Recorde-se que, devido à sua idade, o jovem foi considerado inimputável. Isto significa que não pode ser responsabilizado judicialmente da mesma forma que um adulto, sendo sujeito a medidas tutelares educativas em vez de penas de prisão.

🕊️ Reflexão final

O caso de Susana Gravato expõe não apenas a tragédia familiar, mas também os desafios que a sociedade enfrenta quando crimes graves envolvem menores de idade. A reavaliação psicológica do jovem será determinante para definir os próximos passos, num processo que continua a ser acompanhado com atenção e preocupação pública.

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