Família de Ângela Pereira revela a última mensagem da jovem


🕊️ Uma despedida marcada por gratidão

A família de Ângela Pereira, a jovem de 23 anos que estava internada no IPO do Porto e que morreu no Dia de Natal, partilhou uma mensagem emocionada nas redes sociais. A publicação, feita na conta oficial de Instagram da jovem, foi assinada “pela família e por alguém muito próximo”, e expressa a profunda dor pela perda, mas também a última vontade de Ângela.

Segundo os familiares, a jovem pediu que fosse deixada uma palavra de agradecimento a todos os que a acompanharam durante a sua luta.

💬 “Nunca esteve sozinha”

Na mensagem, a família sublinha que cada gesto de apoio foi sentido:

> “Antes de partir, pediu que fosse deixada aqui uma palavra de agradecimento a todas as pessoas que a ajudaram, apoiaram, rezaram ou simplesmente estiveram presentes ao longo desta caminhada tão difícil.”

Os familiares acrescentam que Ângela se sentiu “amada, acompanhada e amparada até ao fim”, reforçando que a jovem nunca enfrentou a doença sozinha.

🌍 Uma história que comoveu o país

A situação de Ângela tornou‑se viral nas últimas semanas, depois de a jovem ter divulgado um vídeo onde pedia uma nova oportunidade de tratamento. O IPO do Porto tinha considerado o seu caso terminal, mas Ângela procurava ser avaliada por especialistas em Manchester, no Reino Unido, devido ao aspergiloma — a doença rara de que sofria.

O hospital britânico chegou a estabelecer contactos com o IPO, e o processo estava em andamento. No entanto, os esforços revelaram‑se insuficientes para travar a evolução da doença.

🤍 Uma rede de apoio que marcou a diferença

A publicação termina com um agradecimento sentido:

> “Obrigada a todos os que fizeram parte desta rede de amor e força.”

A família destaca que o carinho recebido — tanto presencialmente como através das redes sociais — foi fundamental para que Ângela se sentisse acompanhada até ao último momento.

🔍 Reflexão final 

A história de Ângela Pereira tornou‑se um símbolo de coragem, esperança e união. Mesmo perante um diagnóstico devastador, a jovem escolheu agradecer — e essa escolha ecoa agora como um testemunho de força e humanidade. A onda de apoio que recebeu mostra como a empatia coletiva pode marcar profundamente a vida de alguém, mesmo nos seus momentos mais difíceis.


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