Morto em casa! Quem era o cientista português que foi assassinado nos EstadosUnidos:
Filha de Nuno Loureiro, de 14 anos, testemunhou morte do pai em Boston
Adolescente descreveu o atirador às autoridades norte‑americanas
A tragédia que vitimou o físico português Nuno Loureiro, de 47 anos, em Brookline, Massachusetts, ganha contornos ainda mais dolorosos: a sua filha de 14 anos estava presente no momento do ataque e terá olhado nos olhos do atirador. Segundo informações apuradas pela imprensa norte‑americana, a adolescente já forneceu às autoridades uma descrição do suspeito, que continua por identificar.
Comunidade científica consternada com o desaparecimento de um investigador brilhante
A ciência portuguesa está de luto. Nuno Loureiro, físico natural de Seia, morreu aos 47 anos na madrugada desta terça‑feira, 16 de dezembro, após ter sido baleado na sua residência em Brookline, Massachusetts (EUA).
O caso está a ser investigado pelas autoridades norte‑americanas, que ainda não divulgaram detalhes sobre as circunstâncias do tiroteio nem sobre eventuais suspeitos.
Carreira marcada pela excelência
- Licenciado em Engenharia Física Tecnológica pelo Instituto Superior Técnico (IST).
- Foi investigador no Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear (IPFN), onde liderou o grupo de Teoria e Modelização.
- Desde maio de 2024, assumia a direção do Plasma Science and Fusion Center (PSFC), um dos maiores laboratórios do Massachusetts Institute of Technology (MIT), coordenando mais de 250 investigadores, técnicos e estudantes.
- Reconhecido internacionalmente pelo seu trabalho em física teórica e fusão nuclear, áreas cruciais para o futuro da energia limpa.
Homenagem das instituições portuguesas
Em comunicado conjunto, o IPFN e o IST expressaram profunda consternação:
“Recordamos um colega brilhante, cuja colaboração científica e pessoal foi sempre motivo de inspiração. O seu desaparecimento prematuro deixa um vazio enorme na comunidade académica e científica.”
✨ Reflexão final
A morte de Nuno Loureiro representa uma perda irreparável para a ciência portuguesa e internacional. O seu percurso académico e científico, aliado à liderança no MIT, projetava Portugal no mapa da investigação mundial em fusão nuclear. O seu legado será lembrado não apenas pela excelência científica, mas também pela humanidade e espírito colaborativo que marcaram a sua carreira.

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