Morreu Brigitte Bardot, ícone eterno do cinema francês e símbolo de uma era
Brigitte Bardot, uma das figuras mais marcantes da história do cinema europeu, morreu este domingo aos 91 anos, segundo confirmou a Fundação Brigitte Bardot.
A França — e o mundo — despedem‑se de uma artista que redefiniu a sensualidade, a liberdade feminina e a estética cinematográfica das décadas de 1950 e 1960.
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Uma estrela que mudou o cinema para sempre
Nascida em Paris, Bardot iniciou a carreira como bailarina e modelo, mas foi no cinema que encontrou o seu lugar.
A projeção internacional chegou em 1956, com o filme E Deus Criou a Mulher, de Roger Vadim, obra que revolucionou a forma como a sexualidade feminina era representada no grande ecrã.
A partir daí, tornou‑se um fenómeno global:
- símbolo sexual das décadas de 50 e 60,
- musa de realizadores como Vadim, Godard e Cocteau,
- referência estética e cultural que influenciou gerações.
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Da fama mundial ao ativismo pelos animais
Apesar do sucesso avassalador, Bardot abandonou o cinema em 1973 para se dedicar integralmente à defesa dos animais.
A sua fundação, criada há mais de 30 anos, anunciou a sua morte com “enorme tristeza”, sublinhando que Bardot dedicou “a vida e a energia à proteção animal”.
Segundo o SOL, a atriz estava hospitalizada há mais de dois meses devido a uma doença grave e tinha sido submetida a uma cirurgia em outubro.
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Um legado que ultrapassa o cinema
Brigitte Bardot deixa uma marca profunda na cultura mundial:
- transformou padrões de beleza,
- inspirou movimentos de libertação feminina,
- influenciou moda, música e artes visuais,
- e tornou‑se um dos rostos mais reconhecidos do século XX.
Mesmo décadas após abandonar o cinema, continuava a ser um nome incontornável — uma figura que dividia opiniões, mas que nunca deixou ninguém indiferente.
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