Joaquim Monchique sofre AVC após espetáculo com Maria Rueff e é assistido de urgência

Ator sentiu‑se mal no camarim depois da peça “Lar Doce Lar”, em Bragança

Joaquim Monchique, de 57 anos, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na noite de sábado, logo após a apresentação da peça Lar Doce Lar no Teatro Municipal de Bragança. Segundo informações divulgadas pela Flash e pelo Correio da Manhã, o ator começou a sentir‑se mal no camarim, momentos depois de sair do palco.

Perante o agravamento do estado de saúde, Monchique foi rapidamente transportado para o hospital, onde recebeu os primeiros cuidados médicos e teve a confirmação do episódio vascular.

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As informações mais recentes indicam que Joaquim Monchique já foi transferido para Lisboa, encontrando‑se agora no Hospital CUF, onde é seguido habitualmente.
Segundo a SIC, o ator está “bem e orientado”, confirmando que o AVC foi de natureza ligeira.

A Flash acrescenta que o ator continuará a ser acompanhado pela sua equipa médica na capital, após o susto vivido em Bragança.

Espetáculo com Maria Rueff estava de regresso à estrada

Lar Doce Lar marca o reencontro em palco de Joaquim Monchique e Maria Rueff. A comédia acompanha duas idosas que disputam um quarto privado numa residência sénior, num enredo marcado por humor físico, ritmo acelerado e múltiplas personagens interpretadas pelos dois atores.

O espetáculo estava novamente em digressão pelo país, com várias datas previstas.

O que se sabe sobre a recuperação

Até ao momento, as informações oficiais apontam para:

  • AVC ligeiro confirmado pelas equipas médicas
  • Ator estável, bem e orientado
  • Transferência para Lisboa para acompanhamento especializado
  • Observação clínica reforçada nas próximas horas, como indicado pela produtora Força de Produção

Vídeo Aqui: https://youtu.be/7rVuiou4zdo?si=_fVmdGdrvSo6sl33

Reflexão final 

O episódio sublinha a fragilidade que tantas vezes passa despercebida no mundo do espetáculo. A entrega dos artistas ao público é total, mas a saúde impõe limites que ninguém pode ignorar. A expectativa agora recai sobre a evolução clínica de Joaquim Monchique, um dos nomes mais versáteis e acarinhados do teatro português.

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