AVC ligeiro: as diferenças entre o caso de Joaquim Monchique e o de Nuno Markl, que continua internado


Dois episódios semelhantes, mas com gravidades muito distintas

As últimas semanas têm sido marcadas por grande preocupação no meio artístico português. Dois nomes muito acarinhados pelo público — Joaquim Monchique e Nuno Markl — sofreram episódios vasculares cerebrais, mas de natureza e gravidade bastante diferentes, como confirmou a Flash.

O caso de Nuno Markl: AVC hemorrágico, o mais grave

Há cerca de um mês, Nuno Markl sofreu um AVC hemorrágico, considerado o tipo mais severo devido à presença de hemorragia no cérebro.

Foi o próprio filho quem chamou os meios de socorro, e o humorista, de 54 anos, permanece internado desde então.

O episódio deixou sequelas, mas Markl tem mostrado evolução positiva:

Apesar dos progressos, a alta ainda não aconteceu. A prioridade é recuperar com calma, respeitando os tempos do corpo e garantindo estabilidade antes do regresso a casa.

O caso de Joaquim Monchique: AVC ligeiro, provavelmente um AIT

Já Joaquim Monchique, de 57 anos, sofreu um AVC ligeiro, ao que tudo indica um AIT (Acidente Isquémico Transitório) — muitas vezes chamado “mini‑AVC”.

Este tipo de episódio resulta de um bloqueio temporário do fluxo sanguíneo no cérebro e não deixa lesões permanentes, mas funciona como um aviso sério que exige vigilância médica.

Depois de se sentir mal no camarim, em Bragança, o ator foi assistido e posteriormente transferido para Lisboa, encontrando‑se agora na CUF Descobertas, onde está “bem e orientado”.

A Flash refere ainda que Monchique já tinha sido aconselhado a abandonar hábitos tabágicos, tornando este episódio um alerta para mudanças urgentes no estilo de vida.

Vídeo Aqui: https://youtu.be/7rVuiou4zdo?si=_fVmdGdrvSo6sl33 

Reflexão final 

Os dois episódios mostram como a saúde pode mudar num instante, mesmo para figuras habituadas ao ritmo intenso do espetáculo e da rádio. O caso de Markl lembra a gravidade dos AVC hemorrágicos e a importância da reabilitação prolongada. Já o episódio de Monchique, embora mais leve, surge como um aviso claro de que o corpo fala — e ignorar sinais pode ter consequências. Em ambos os casos, o público acompanha com carinho e esperança a recuperação de dois artistas que tanto têm dado ao país.

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